ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO: SINTOMAS, CAUSAS E OPÇÕES DE TRATAMENTO QUE VOCÊ DEVE CONHECER

COMPREENDENDO O IMPACTO DO ESTRESSE PÓS-TRAUMÁTICO NA SUA VIDA DIÁRIA

Muitas pessoas têm dúvidas sobre Estresse Pós-traumático e como essa condição pode afetar profundamente a qualidade de vida. No consultório do Dr. Rômulo Kunrath, Psiquiatra em João Pessoa, percebemos a importância de desmistificar e oferecer suporte a quem enfrenta os desafios dessa experiência. Compreender o Estresse Pós-traumático é o primeiro passo para buscar o tratamento adequado e encontrar um caminho para a recuperação e o bem-estar.

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  • O EPT é um transtorno de ansiedade após evento traumático.
  • Os sintomas incluem reexperiência, evitação e alterações de humor.
  • A reação ao trauma é única, influenciada por resiliência e apoio.

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O Que É Estresse Pós-Traumático?

O transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) é um transtorno de ansiedade que pode se desenvolver após uma pessoa ter vivenciado ou testemunhado um evento traumático. Esse evento pode ser uma ameaça real ou percebida à vida, como acidentes graves, violência, desastres naturais, combate militar ou até mesmo uma doença grave. Não é uma reação de fraqueza, mas sim uma resposta complexa do cérebro a situações extremas de perigo. É crucial entender que a vivência de um trauma não significa, necessariamente, o desenvolvimento do Estresse Pós-Traumático. A forma como cada indivíduo reage e processa o evento é única e influenciada por diversos fatores, incluindo a resiliência pessoal, o apoio social e a presença de traumas anteriores. Entender os sintomas do estresse pós-traumático após doenças graves é crucial, pois até mesmo experiências de saúde intensas podem desencadear essa condição [1].

Sintomas: Como o Estresse Pós-Traumático se Manifesta?

Os sintomas do Estresse Pós-Traumático variam de pessoa para pessoa, mas geralmente se agrupam em quatro categorias principais. A primeira é a reexperiência do trauma, que inclui flashbacks vívidos, pesadelos recorrentes e pensamentos intrusivos sobre o evento. A pessoa pode sentir como se estivesse revivendo o momento, com todas as sensações e emoções originais. A segunda categoria são os comportamentos de evitação, onde o indivíduo tenta fugir de lembranças, lugares, pessoas ou atividades que o remetam ao trauma. Isso pode levar ao isolamento social e à dificuldade em retomar as atividades cotidianas. A terceira categoria envolve alterações negativas no pensamento e no humor, como sentimentos de culpa, vergonha, desesperança, perda de interesse em atividades prazerosas e dificuldade em sentir emoções positivas. A pessoa pode desenvolver uma visão pessimista de si mesma, dos outros e do futuro. Por fim, a quarta categoria são as alterações na reatividade e excitação, manifestadas por irritabilidade, explosões de raiva, dificuldade para dormir, problemas de concentração e um estado de hipervigilância, sentindo-se constantemente em alerta para o perigo. É importante notar que traumas na infância podem aumentar o risco de Estresse Pós-Traumático e depressão, ressaltando a complexidade e a necessidade de atenção precoce a essas experiências [3].

Causas e Fatores de Risco

A principal causa do Estresse Pós-Traumático é a exposição a um evento traumático. No entanto, nem todas as pessoas que vivenciam um trauma desenvolvem o transtorno. Existem fatores de risco que podem aumentar a probabilidade, como ter histórico de outros transtornos mentais (depressão, ansiedade), falta de apoio social após o evento, traumas anteriores (especialmente na infância), estresse prolongado e a gravidade e duração do próprio evento traumático. A vulnerabilidade biológica e genética também pode desempenhar um papel. Por exemplo, a forma como lidamos com eventos traumáticos pode afetar o Estresse Pós-Traumático, mostrando que as estratégias de enfrentamento são cruciais para a saúde mental [2]. Além disso, a percepção de falta de controle durante o evento e a sensação de que a vida ou a integridade física estavam em risco iminente são fatores que contribuem significativamente para o desenvolvimento do Estresse Pós-Traumático. A compreensão desses elementos é fundamental para uma abordagem preventiva e terapêutica mais eficaz.

O Diagnóstico pelo Psiquiatra

O diagnóstico do Estresse Pós-Traumático é feito por um profissional de saúde mental, como o Dr. Rômulo Kunrath, Psiquiatra, através de uma avaliação clínica detalhada. Não existem exames laboratoriais específicos para o Estresse Pós-Traumático; o diagnóstico baseia-se na história do paciente, na descrição dos sintomas e em como eles afetam sua vida diária. O psiquiatra irá investigar a natureza do evento traumático, a frequência e intensidade dos sintomas, e a duração desses sintomas, que devem persistir por mais de um mês para que o diagnóstico de Estresse Pós-Traumático seja considerado. É essencial que o paciente se sinta à vontade para compartilhar suas experiências, pois a precisão do diagnóstico depende muito da abertura e da confiança estabelecidas com o médico. Durante a consulta, o Dr. Rômulo Kunrath fará perguntas cuidadosas para entender o impacto do trauma e diferenciar o Estresse Pós-Traumático de outras condições que podem apresentar sintomas semelhantes, garantindo um plano de tratamento individualizado e eficaz.

Abordagens de Tratamento para o Estresse Pós-Traumático

O tratamento para o Estresse Pós-Traumático geralmente envolve uma combinação de abordagens farmacológicas e, em alguns casos, intervenções terapêuticas. O Dr. Rômulo Kunrath, como Psiquiatra, avalia cada caso individualmente para determinar a melhor abordagem terapêutica, que pode incluir diferentes modalidades, conforme a necessidade e a resposta do paciente. O objetivo é ajudar o paciente a reduzir os sintomas, melhorar o funcionamento diário e retomar o controle de sua vida. A busca por Estresse Pós-traumático muitas vezes leva os pacientes a procurar um psiquiatra para entender as opções e iniciar um tratamento eficaz.

Um Caminho de Recuperação e Cuidado

Viver com Estresse Pós-Traumático pode ser desafiador, mas é fundamental saber que a recuperação é possível. O apoio profissional de um psiquiatra como o Dr. Rômulo Kunrath é crucial nesse processo. Ele pode oferecer um espaço seguro para explorar as emoções e experiências relacionadas ao trauma, desenvolver estratégias de enfrentamento e acompanhar o progresso do tratamento. Além do acompanhamento médico, o autocuidado desempenha um papel importante, incluindo a prática de exercícios físicos, uma alimentação equilibrada, técnicas de relaxamento e a manutenção de uma rede de apoio social. É um caminho que exige paciência e persistência, mas cada passo em direção à recuperação é uma vitória. Não hesite em procurar ajuda se você ou alguém que você conhece estiver enfrentando os desafios do Estresse Pós-Traumático. A jornada para o bem-estar começa com a coragem de buscar cuidado.

Cada caso é único e deve ser avaliado presencialmente por um médico(a), considerando exames, histórico e expectativas individuais.

📚 Ver referências
  1. Incidence, Risk Factors, and Consequences of Post-Traumatic Stress Disorder Symptoms in Survivors of COVID-19-Related ARDS.
  2. Resource loss, coping strategies and post-traumatic stress disorder symptoms in survivors of the 2020 Croatia earthquake.
  3. The mediating role of post-traumatic stress disorder symptoms in the relationship between childhood adversities and depressive symptoms in two samples.